
O relógio bateu, fazendo aquele corpo estremecer, sentia-se de longe as pulsações em seu peito. A rosa desabrochou. O velho comentou, a moça também olhou. A menina então chorou.
Fora repentina aquela passagem. O relógio parou de soar. Instantâneamente o velho continuou a ler, e a moça correra. Tudo voltava ao movimento. Em súbito, aquele corpo se agachara com a rosa na mão. Segurando-a com força, pressionando o espinho contra a pele.
Seu sangue, que agora saia aos poucos, se misturava com a dor e com as lágrimas.
Seu interior era o vasto mundo que nenhum ali podia interpretar, ela escondia seus olhos, para não transbordar mais sangue.
O trem então saiu, e ela se levantou. Olhava pros lados, mas nada encontrava, suspirou e seguiu em frente. Cumprimentando então o velho que a encarara tempos antes. Mostrou a ele o sorriso da dor.
O mesmo então encarou a rosa e a gota de sangue, presente na mesma. Sorriu à menina, e seus olhos se fixaram em um ponto. Lembrando-se de anos atras, quando fora obrigado a deixar uma rosa bem parecida com aquela, no túmulo de sua falecida esposa. Dera o mesmo sorriso pesado. Imediatamente, seus olhos se encheram de lágrima. E com grande pesar disse a um jovem sentado a seu lado: E esse foi o despertar da meia noite. O menino não compreendeu, e aquele senhor correu pra pegar o trem. Dando continuidade a vida.
Olhando para baixo, estava a pétala que caiu da rosa, no momento que a menina passava. A mesma, se prendeu ao chão daquela triste ferrovia, deixando a marca de mais um amor perdido no soar da meia noite.
Fora repentina aquela passagem. O relógio parou de soar. Instantâneamente o velho continuou a ler, e a moça correra. Tudo voltava ao movimento. Em súbito, aquele corpo se agachara com a rosa na mão. Segurando-a com força, pressionando o espinho contra a pele.
Seu sangue, que agora saia aos poucos, se misturava com a dor e com as lágrimas.
Seu interior era o vasto mundo que nenhum ali podia interpretar, ela escondia seus olhos, para não transbordar mais sangue.
O trem então saiu, e ela se levantou. Olhava pros lados, mas nada encontrava, suspirou e seguiu em frente. Cumprimentando então o velho que a encarara tempos antes. Mostrou a ele o sorriso da dor.
O mesmo então encarou a rosa e a gota de sangue, presente na mesma. Sorriu à menina, e seus olhos se fixaram em um ponto. Lembrando-se de anos atras, quando fora obrigado a deixar uma rosa bem parecida com aquela, no túmulo de sua falecida esposa. Dera o mesmo sorriso pesado. Imediatamente, seus olhos se encheram de lágrima. E com grande pesar disse a um jovem sentado a seu lado: E esse foi o despertar da meia noite. O menino não compreendeu, e aquele senhor correu pra pegar o trem. Dando continuidade a vida.
Olhando para baixo, estava a pétala que caiu da rosa, no momento que a menina passava. A mesma, se prendeu ao chão daquela triste ferrovia, deixando a marca de mais um amor perdido no soar da meia noite.
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